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MAPA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento
Tem a missão de formular e implementar as políticas para o desenvolvimento do agronegócio, integrando os aspectos de mercado, tecnológicos, organizacionais e ambientais, para o atendimento dos consumidores do País e do exterior, promovendo a segurança alimentar, a geração de renda e emprego, a redução das desigualdades e a inclusão social.
Estimular o aumento da produção agropecuária e o desenvolvimento do agronegócio, com o objetivo de atender o consumo interno e formar excedentes para exportação. Essa é a missão institucional do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que tem como conseqüência a geração de emprego e renda, a promoção da segurança alimentar, a inclusão social e a redução das desigualdades sociais.
Para cumprir sua missão, o Mapa formula e executa políticas para o desenvolvimento do agronegócio, integrando aspectos mercadológicos, tecnológicos, científicos, organizacionais e ambientais, para atendimento dos consumidores brasileiros e do mercado internacional. A atuação do ministério baseia-se na busca de sanidade animal e vegetal, da organização da cadeia produtiva do agronegócio, da modernização da política agrícola, do incentivo às exportações, do uso sustentável dos recursos naturais e do bem-estar social.
A infra-estrutura básica do Mapa é formada pelas áreas de política agrícola (produção, comercialização, abastecimento, armazenagem e indicadores de preços mínimos), produção e fomento agropecuário; mercado, comercialização e abastecimento agropecuário; informação agrícola, defesa sanitária (animal e vegetal); fiscalização dos insumos agropecuários; classificação e inspeção de produtos de origem animal e vegetal; pesquisa tecnológica, agrometeorologia, cooperativismo e associativismo rural; eletrificação rural; assistência técnica e extensão rural.
As Delegacias Federais de Agricultura e as empresas vinculadas ao ministério - Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira (Ceplac), a Companhia de Entrepostos e Armazéns de São Paulo (Ceagesp), a Companhia de Armazéns e Silos do Estado de Minas Gerais (Casemg) e a Centrais de Abastecimento de Minas Gerais (Ceasa/MG) - também executam as políticas públicas voltados ao agronegócio.
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Embrapa - Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária
Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, vinculada ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, foi criada em 26 de abril de 1973. Sua missão é viabilizar soluções para o desenvolvimento sustentável do espaço rural, com foco no agronegócio, por meio da geração, adaptação e transferência de conhecimentos e tecnologias, em benefício dos diversos segmentos da sociedade brasileira.
A Embrapa atua por intermédio de 37 Centros de Pesquisa, três Serviços e 11 Unidades Centrais, estando presente em quase todos os Estados da Federação, nas mais diferentes condições ecológicas. Para chegar a ser uma das maiores instituições de pesquisa do mundo tropical, a Empresa investiu sobretudo no treinamento de recursos humanos, possuindo, hoje, 8.619 empregados, dos quais 2.221 são pesquisadores, 45% com mestrado e 53% com doutorado, operando um orçamento da ordem de R$ 877 milhões anuais.
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Conab - Companhia Nacional de Abastecimento
O surgimento da Conab representou um passo importante na racionalização da estrutura do Governo Federal, pois se originou da fusão de três empresas públicas, a Companhia Brasileira de Alimentos (Cobal), Companhia de Financiamento da Produção (CFP) e a Companhia Brasileira de Armazenamento (Cibrazem), que atuavam em áreas distintas e complementares, quais sejam, abastecimento, fomento à produção agrícola e armazenagem, respectivamente.
A Conab é a agência oficial do Governo Federal, encarregada de gerir as políticas agrícolas e de abastecimento, visando assegurar o atendimento das necessidades básicas da sociedade, preservando e estimulando os mecanismos de mercado.
A Conab possui uma estrutura convencional, contando com a Presidência, Conselho de Administração, Conselho Fiscal e três Diretorias Colegiadas (na Matriz) - Diretoria de Gestão Administrativa e Financeira (Diafi), Diretoria de Logística e Gestão Empresarial (Digem) e Diretoria de Gestão de Estoques (Diges).
A Companhia atua em todo território nacional, por meio de suas Superintendências Regionais, localizadas nos estados do AM, BA, CE, ES, GO, MA, MT, MS, MG, PA, PI, PB, PR, PE, RJ, RN, RO, RS, SC, SP, TO e DF. Vinculadas a elas, existem Unidades Armazenadoras (UA) (exceto a U.A de Brasília que está vinculada à DIGES) de Comercialização (UC), Frigoríficas (UF) e de Processamento (UP), para a prestação dos serviços a que se destinam.
A Companhia tem como instrumentos básicos a Política de Garantia de Preços Mínimos (PGPM), Prêmio para Escoamento de Produtos (PEP), Contrato de Opção, Vendas em Balcão - programa destinado aos pequenos criadores e agroindústrias de pequeno porte.
Na área social a Conab atua em parceria com o Projeto Fome Zero, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), sendo responsável pela logística do recebimento, armazenamento e distribuição dos donativos. A Companhia também promove, via leilão eletrônico, a compra de alimentos para atendimento aos índios, quilombolas e assentados que se encontram em situação de carência alimentar. A Empresa também atua no Programa de Apoio à Agricultura Familiar, realizando a compra direta, a compra antecipada e os contratos de garantia de compra.
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Brasil, um estilo de vida!
Há muito tempo, as belezas naturais e o carnaval conferem ao Brasil fama internacional, atraindo milhares de turistas durante o ano inteiro. A entrada de estrangeiros no País passou de uma média de 1,5 milhão de pessoas por ano na década de 1990 para mais de 4 milhões de visitantes do ano 2000 em diante, segundo o Anuário Estatístico da Embratur (Instituto Brasileiro de Turismo) de 2003. Mas há um atrativo especial que só se descobre ao chegar aqui: o povo brasileiro. Muito além das paisagens, o jeitinho de levar a vida dessa gente surpreende por sua simplicidade, disposição, esperança, hospitalidade e alegria.
Estudos realizados pela Embratur apontam que 75% dos turistas que buscam o Brasil como destino de férias o fazem, em primeiro lugar, pelas belezas naturais; mas quando chegam aqui, encontram tanta hospitalidade que logo se encantam também pela mistura de cores, raças e culturas dos "donos da casa".
Segundo as pesquisas, quando questionados sobre o Brasil, os turistas estrangeiros apontam como uma das principais características de nosso povo a alegria. Alegria que se percebe em todos os momentos da estada no País - seja ela na nossa música, no calor das praias nordestinas, na badalada noite carioca ou na exuberante Amazônia.
Desse espírito caloroso e festivo nascem manifestações populares como o Carnaval, o Reveillon e as Festas Juninas, famosos pela animação e alegria. A vontade de mostrar o que há de bom no Brasil parece transformar esse vigor em criatividade, esbanjada nas cores e sons que contagiam quem estiver por perto.
Pesquisas realizadas com turistas internacionais que já tiveram a oportunidade de conhecer o Brasil revelam que o visitante indica e garante que o país é realmente lindo. Os resultados mostram, ainda, que 52% desse público volta para casa valorizando um outro aspecto desta terra: a sua gente. Afinal, além de apreciar alguns dos lugares mais belos do planeta - entre inúmeras praias, paraísos ecológicos e cidades históricas -, o visitante está sempre acompanhado de pessoas prontas a atender bem, e dispostas a mostrar o melhor de cada passeio, tornando a viagem inesquecível.
O delicioso churrasco brasileiro
Quando surgiu, nos Pampas gaúchos - que abrangem parte do Brasil, Uruguai e Argentina -, o churrasco não era nada parecido com o que conhecemos hoje. Naquela época, por volta do século XVII, ainda não existia essa preocupação em comercializar a carne bovina, como nos dias de hoje; o que importava era o couro e o sebo do animal.
Para isso, eram realizadas as vacarias - quando grandes quantidades de gado eram abatidas, para a retirada do que realmente tinha valor comercial naquela época. Depois, os vaqueiros cortavam o pedaço mais fácil de partir e o assavam inteiro num buraco aberto no chão, temperando-o com a própria cinza do braseiro. E essa pode ser considerada a origem mais remota do churrasco.
Com o passar do tempo, os adeptos daquela novidade começaram a crescer; o preparo foi aprimorado e a carne passou a ser cuidada com mais higiene. Aos poucos, o churrasco passou a ser um dos pratos mais conhecidos e apreciados em toda a região habitada pelos gaúchos.
Já na década de 1960, os rodízios começaram a tomar conta dos cardápios do Estado do Rio Grande do Sul, principalmente em restaurantes de beiras de estrada, freqüentados basicamente por caminhoneiros - a quem se atribui a disseminação da novidade pelo resto do Brasil.
Essa nova modalidade do churrasco consistia em servir a todas as mesas ao mesmo tempo; os garçons passavam com vários espetos, recheados de diferentes tipos de carne, oferecendo a quem quisesse, o quanto quisesse. Hoje, esta prática já está completamente difundida, e é adorada pelos apreciadores da boa carne assada.
Paralelamente aos tradicionais cortes de carne de boi, também foram incorporados à lista de itens que compõem um bom churrasco as carnes de frango, porco, lingüiças, miúdos, e atualmente, outros tipos como a de javali e até mesmo a de jacaré. Uma churrascaria moderna trabalha, hoje, com pelo menos dez variedades de carnes; além de todos os acompanhamentos - entre saladas, arroz, feijão tropeiro, farofa e muito mais - criados para tornar esse prato um dos mais populares do País.
Atualmente, o Brasil é o campeão mundial na produção de carne. O rebanho brasileiro é constituído de 165 milhões de cabeças de gado, perdendo somente para a Índia, com 245 milhões. No entanto, é nosso o maior rebanho comercial, pois naquele país a carne bovina é considerada sagrada e, por isso, não pode ser consumida. A ingestão de carne no País está entre as dez maiores do mundo, com 34,5 quilos per capita por ano.
No Estado do Rio Grande do Sul, o churrasco até hoje faz parte da arraigada cultura gaúcha. No resto do País, o prato adquiriu peculiaridades especiais de acordo com a região em que é preparado. Mas o local é o que menos importa; o churrasco brasileiro é de dar água na boca, e tornou-se paixão nacional. Tanto é verdade que, atualmente, podemos encontrar um grande número de excelentes churrascarias em qualquer parte do Brasil.
Hoje, a fama do nosso churrasco já atingiu proporções internacionais. Existem churrascarias brasileiras espalhadas por várias partes do mundo, fazendo muito sucesso em países como Estados Unidos, Canadá, Nova Zelândia, Austrália, Itália, Suíça, Inglaterra, Macau, Singapura e Tailândia.
É a cultura brasileira permeando o mundo por meio de sua deliciosa culinária.
Porque o Brasil é exuberante por natureza
No Brasil, a exuberância está por toda parte: você a encontra na imensidão das areias desérticas dos Lençóis Maranhenses e nos sete mil quilômetros de litoral. Nos rios que parecem mar, de tão largos. Na Floresta Amazônica, a maior do planeta. Nos 250 mil quilômetros quadrados do Pantanal Mato-grossense, a impressionante reserva natural, Patrimônio da Humanidade.
A beleza também está nos 44 parques nacionais que preservam o ecossistema. Na longa fila de coqueiros margeando o mar de Alagoas. Na Chapada Diamantina, na Bahia, e no Pico de Itatiaia, no Rio de Janeiro. Nos sítios arqueológicos no Piauí. No pôr-do-sol de Brasília e nos pampas do Rio Grande do Sul. Nas imponentes montanhas de Minas Gerais e na estarrecedora pororoca, o estranho e barulhento encontro das águas nos Estados do Amapá e Pará. Por onde quer que se olhe, não faltam motivos para se encantar, se emocionar e, por que não dizer, se apaixonar pelo Brasil.
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