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 Programa
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| * Programa sujeito a alterações |
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| 28/05/2008 - Quarta-feira |
| 12:00 - 13:45 |
Inscrições |
Inscrições e entrega do material |
| 13:45 - 14:30 |
Cerimônia |
Boas Vindas, Pronunciamento de autoridades |
| 14:30 - 15:30 |
Palestra |
Macroeconomina e Perspectivas do Agronegócio no Brasil e no Mundo. Palestrante: Alexandre Mendonça de Barros |
| 15:30 - 16:00 |
Coffee Break |
Intervalo para café e visitação aos stands |
| 16:00 - 17:00 |
Palestra |
Cenários do Agronegócio Paranaense. Palestrante: João Paulo Koslovski - Presidente do Sistema OCEPAR, Curitiba, PR. RESUMO DO ASSUNTO: O Estado do Paraná conta com apenas 2,34% do território nacional, mas responde por mais de 20% da produção de grãos do País. Para 2008, apesar da forte valorização do real frente ao dólar, o cenário é promissor em função dos reflexos diretos dos baixos estoques mundiais dos principais produtos, o que tem propiciado um bom preço aos produtos agrícolas no âmbito internacional. Enfrentando perdas consideráveis nas safras 2004/05 e 2005/06 que atingiram 13 milhões de toneladas, o agricultor paranaense começa a recompor a perda de renda ocorrida no período. Pelas características de sua economia essencialmente agrícola, o Paraná desponta como um Estado com elevado grau de utilização tecnológica, permitindo bons níveis de produtividade. |
| 17:00 - 17:50 |
Palestra |
Pós-colheita no Paraguai. Palestrante: Bernardino Orkiola, Gerente de armazenagem da Cooperativa Iguazú, Paraguay |
| 17:50 - 18:40 |
Palestra |
Desenvolvendo Organizações de Alta Performance
Palestrante: Antonio Carlos Zem - Diretor presidente da FMC para a América Latina, São Paulo, SP
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| 29/05/2008 - Quinta-feira |
| 08:00 - 10:00 |
Painel |
Painel 1 - Energia Elétrica
Moderador: Alcemir Chiodelli, C.VALE, Palotina, PR
Palestra 1: Produção de energia elétrica - Antonio Otelo Cardoso - Diretor Técnico Executivo da ITAIPU. RESUMO DO ASSUNTO: O que é a ITAIPU, como se produz energia hidráulica (figura), unidade geradora (gif animado), como se transmite a energia elétrica, produção e disponibilidade. Aquecimento Global, Bateria vírus, Diosods Emissores de Luz (LEDs), Veículo Elétrico, Biomassa (porquinhos) e interligação com rede COPEL, Emissões de GEE. Sistema Elétrico Brasileiro, Sistema Elétrico Local - Regional no Paraná.
Palestra 2: Distribuição de energia elétrica - Palestrante: Newton Katsuji Sakiyama (COPEL), Cascavel, PR. RESUMO DO ASSUNTO: Tópicos que serão abordados na palestra: Dados estatísticos, Características do sistema elétrico de distribuição, Gestão do contrato de fornecimento de energia. Benefício da sazonalidade. Análise de comportamento da carga. Tarifa de energia elétrica
Palestra 3: Consumo de energia elétrica - Palestrante: Valter Yamal (COAMO), Campo Mourão, PR. RESUMO DO ASSUNTO: Apresentação do organograma, composição da cice – comissão interna de conservação de energia, atribuições da coordenação interna de conservação de energia, legislação: aneel – resolução nº 456, de 29/11/2000, treinamento da cice, controles operacionais e normativas internas, programas e softwares de controle de energia elétrica, relatórios de economia – cice, iee – índice de eficiência energética, promoções motivacionais - conservação de energia elétrica.
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| 10:00 - 10:30 |
Coffee Break |
Intervalo para café e visitação aos stands |
| 10:30 - 11:10 |
Palestra |
Agroenergia - Palestrante: Esdras Sundfeld, Chefe Adjunto de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Agroenergia - Parque Estação Biológica - PqEB s/n, Brasïlia, DF |
| 11:10 - 12:10 |
Palestra |
Métodos físicos de controle de pragas - refrigeração, terra de diatomáceas, tratamento térmico e manejo. Palestrante: Paul Fields, Departamento de Agricultura do Canadá (haverá tradução) |
| 12:10 - 14:00 |
Almoço |
Almoço oferecido pelas empresas Vetquimica, FMC, Fersol, Syngenta, Cycloar, Keepdry e Agrosystem |
| 14:00 - 15:00 |
Palestra |
Segurança no trabalho. Gases, poeira, explosões e manutenção de equipamentos. Palestrante: Adriano Divino Lima Afonso, Unioeste, Cascavel, PR. RESUMO DO ASSUNTO: Desde as épocas mais remotas, o homem tem se dedicado há várias atividades profissionais, as quais apresentam risco em potencial à integridade física e à saúde, acarretando acidente de trabalho, que é a interrupção inesperada do processo normal da atividade do trabalhador. Os acidentes de trabalho representam um grande inconveniente para todos que se relacionam com o fato, sejam os empregados, os empregadores, a sociedade e a nação. Os riscos de acidentes das diversas atividades humanas são chamados de riscos profissionais, sendo oriundos de condições inseguras inerentes ao local de trabalho ou pela execução deste, direta ou indiretamente. Em Unidades Armazenadoras os principais riscos profissionais são: sufocamento, intoxicações por gases e poeiras, quedas e explosões de pó de origem agrícola. |
| 15:00 - 16:00 |
Palestra |
Cenário da Produção: concentração de plantio, diferenciação de produtos. Palestrante: Ivo Marcos Carraro - COODETEC, Cascavel, PR. RESUMO DO ASSUNTO: O Agronegócio nacional participou em 2007 com 25% do PIB nacional. Os principais produtos em área plantada foram a soja (45%) e o milho (31%). O perfil atual destes e de outros grãos é o de commoditie com participação forte no mercado internacional. O avanço dos produtos GM em nível mundial nos últimos 12 anos vem provocando significativas alterações nos diferentes sistemas agrícolas ao redor do mundo, inicialmente influenciando os sistemas de produção e em seguida interferindo nos segmentos operacionais de pós-colheita e mercado. Ainda existem países que fazem obstrução a estes produtos, porém seu crescimento tem sido da ordem de 12% ao ano de forma consistente. A perspectiva para os próximos anos é de aparecimento de uma maior quantidade de tecnologias e novos produtos cada vez com maiores diferenciações. Os investimentos em pesquisa têm sido elevados e direcionados para maior agregação de valor, o que provocará o aparecimento de nichos de mercado. Mesmo nas commodities haverá necessidade de reavaliação dos sistemas e parâmetros técnicos e de mercado. A propriedade intelectual estará presente na maioria dos produtos, ensejando sistemas de controle cada vez mais sofisticados e novas oportunidades de prestação de serviços e formas de relacionamento entre diferentes atores. Sistemas de segregação de produtos pelas suas diferentes características serão cada vez mais solicitados pelos mercados pela necessidade de apropriação de fortes diferenciações dos produtos finais pela qualidade da matéria prima. O momento atual e de fortes mudanças práticas, pois as mudanças conceituais e ideológicas, embora ainda persistam por mais algum tempo, não estarão mais obstruindo a velocidade de adoção pela sociedade das vantagens oferecidas pelas novas tecnologias. O momento é se antecipar a estas mudanças e conhecer melhor as possíveis conseqüências. |
| 16:00 - 16:30 |
Coffee Break |
Intervalo para café e visitação aos stands |
| 16:30 - 18:30 |
Painel |
Painel 2: Secagem de Grãos
Moderador: Adriano Divino Lima Afonso, Unioeste, Cascavel, PR
Palestra 1: Equipamentos para secagem de grãos: desafios em tempos de energia cara e aquecimento global, Rubem Groff, Groff Engenharia Consultiva LTDA, Porto Alegre, RS. RESUMO DO ASSUNTO: A secagem de grão se constitui na etapa de maior consumo energético do pós-colheita. Além disso, corresponde a um custo elevado do processo de manejo de grãos, sendo que o custo da energia pode ser responsável por mais da metade do dispêndio na secagem. Assim sendo, é importante entendermos como e quais fatores construtivos de secadores e fornalhas afetam a eficiência energética da secagem. Elementos como forma construtiva, temperaturas de secagem e nível de recirculação dos secadores, somados às características das fornalhas, devem ser otimizados para que se reduzam os custos totais da secagem. Por seu lado, os combustíveis contribuem com uma dinâmica particular na avaliação da secagem e seus custos, bem como dos impactos ambientais. O aquecimento planetário nos impõe novas demandas e o setor de grãos pode colaborar mediante a utilização de resíduos como combustível. E, assim fazendo, além de reduzir a emissão de gases de efeito estufa, poderá reduzir significativamente os custos de secagem.
Palestra 2: Operações práticas de secagem, Vanderley de Oliveira
Palestra 3: Custos de Secagem de Grãos na Unidade Armazenadora - Alcemir Chiodelli, C.VALE, Palotina, PR. RESUMO DO ASSUNTO: A gestão de custos de uma unidade armazenadora passa obrigatoriamente pela visão da cadeia de produção, conhecimento do processo produtivo, domínio dos custos operacionais, de que forma e onde eles acontecem no processo produtivo. Custos operacionais são todos os investimentos feitos em infra-estrutura, tecnologia e outros recursos necessários no processo produtivo de grãos, recebimento, processamento, armazenagem e expedição. Em uma unidade armazenadora os custos operacionais são classificados em custos operacionais fixos e variáveis. Os fixos independem do volume de grãos processados e a forma de otimização e diluição destes custos é o aumento do volume de grãos processados por safra. Já os variáveis mudam conforme o volume de grãos processados na unidade, sendo que a forma de otimização e diminuição dos custos unitários ocorrem através do aumento da produtividade de máquinas e pessoas. |
| 08:00 - 08:30 |
Palestra |
Certificação de Unidades Armazenadoras de Grãos: operacionalização.
Palestrante: Denise Deckers, Brasília, DF
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| 08:30 - 09:30 |
Palestra |
Perspectivas para Infra-Estrutura de Transportes Rodoviário, Ferroviário, Hidroviário e Portuário até 2010. Palestrante: Luiz Antonio Pagot, Diretor Geral do DNIT, Brasília, DF
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| 09:30 - 10:00 |
Coffee Break |
Intervalo para café e visitação aos stands |
| 10:00 - 12:00 |
Painel |
Painel 3: Conservação de Grãos e Segurança Alimentar
Moderador: Maria Cristina Zborowski de Paula, PUCPR, Toledo, PR.
Palestra 1: Manejo de Pragas – Irineu Lorini – Embrapa Trigo, Passo Fundo, RS. RESUMO DO ASSUNTO: Perdas quali /quantitativas devido a contaminantes, que comprometem a segurança e qualidade de grãos como arroz, milho, trigo e soja, é uma realidade nacional. Em especial, observa-se a perda por rejeição e/ou condenação do produto final e sub-produtos, que leva à dificuldade em exportar devido ao potencial risco de contaminação. Estes contaminantes são as pragas de grãos armazenados, fungos, micotoxinas, resíduos de pesticidas e sujidades, que podem ocorrer desde a fase de produção e armazenagem, seguindo por toda a cadeia de grãos e chegando à mesa do consumidor. Desta forma, a implantação de processos que reduzam as perdas resultantes de sua presença são fundamentais para garantia da segurança do alimento disponibilizado para o mercado consumidor interno e externo.
Palestra 2: Manejo de fungos e micotoxinas- Osny W. de Souza, Mercolab, Cascavel, PR. RESUMO DO ASSUNTO: Os grãos respondem por aproximadamente 90% das matérias-primas que formam as rações. Pode – se dizer que: “criar aves, suínos e outros animais domésticos é transformar grãos em carne”. Os 10% restantes também são importantes, pois são os compostos minerais, vitamínicos e medicamentos que completam os grãos, equilibrando as rações para atender as exigências de cada espécie e da idade. Isto permite que os animais expressem melhor o potencial genético. No Brasil, basicamente toda a proteína e a energia que compõem as rações são oriundas de soja e milho. A soja, devido as suas qualidades intrínsecas e por ser processada em alta temperatura, devidamente controlada, apresenta menores variações nos indicadores de qualidade e micotoxinas. Ao contrário, o milho não é submetido a qualquer processamento antes da moagem para compor as rações. Portanto, este grão está mais sujeito as variações na energia e na contaminação por micotoxinas. Estas variações podem ocorrer na lavoura ou no armazenamento.
Palestra 3: Equipamentos e estruturas – Moacir Kessler, Coopavel, Cascavel, PR. RESUMO DO ASSUNTO: Serão apresentados resultados das vistorias nas unidades referentes a presença de insetos adultos, o acúmulo de resíduos, a dificuldade de acesso ao local para limpeza, a falta de planejamento da estrutura para a limpeza do local e a falha de planejamento ou de projeto dos equipamentos e da estrutura que dificultem a limpeza. O estudo comprovou que a inadequação das instalações e dos equipamentos é causa de infestação por insetos, comprometendo a qualidade do produto armazenado e gerando custos adicionais. O trabalho sugere a adoção de técnicas de limpeza das instalações e equipamentos e propõe ajustes, visando à melhoria na limpeza, eliminação dos resíduos e a conseqüente redução dos focos de infestação. As inspeções constataram diversos pontos críticos no controle de pragas nas instalações e equipamentos. Foi demonstrado que as unidades armazenadoras pesquisadas e destinadas ao beneficiamento de cereais necessitam de uma série de providências para evitar a deposição de resíduos e a conseqüente proliferação de insetos. As novas instalações devem ter seus projetos melhor elaborados, não permitindo pontos críticos de deposição de resíduos que possibilitem o desenvolvimento de pragas.
Palestra 4: Matérias estranhas em produtos derivados de grãos armazenados – Neuza Moreira Marques Birck , Moinho Cotriguaçu, Palotina, PR. RESUMO DO ASSUNTO: Para garantirem cada vez mais a qualidade de seus produtos, é necessário que as indústrias de alimentos tenham uma visão sistêmica do processo produtivo, desde o campo até o consumidor, a fim de assegurar a sanidade do alimento, sendo necessário para isso, irem além do que é preconizado pela legislação vigente. Diante disso, o presente tema tem como objetivo, abordar a importância da microscopia alimentar no controle das diversas contaminações carreadas por pragas presentes em grãos de trigo armazenado e seus derivados, assim como os limites e definições propostas pelas legislações para as matérias macroscópicas e microscópicas, consideradas prejudiciais à saúde humana e determinadas como impróprias para o consumo. |
| 12:00 - 12:15 |
Cerimônia |
Encerramento |
| 12:15 - 14:00 |
Almoço |
Almoço oferecido pelo grupo Cotriguaçu |
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